A fronteira que não se percebe

A naturalidade em que os brasiguaios enxergam os dois espaços os obrigam a pagar o preço de ser fronteira

Ñe’ ê ngatu para estrangeiros

Para falar e garantir o entendimento dos dois lados, o nheengatu, uma mistura cotidiana de castelhano, português e guarani, percorre as ruas e as rodas de tereré da fronteira.

O portunhol é selvagem

A literatura improvisada que nasceu na fronteira, brinca com as tentativas de se comunicar numa terra em que a polifonia reina absoluta.

Ponta Porã (MS): a cidade que fala três idiomas

Se tropeçar em Ponta Porã pode cair no Paraguai, se atravessar a rua, pode voltar ao Brasil. Se quiser, pode estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Os sabores que atravessam a fronteira

“Enquanto o limite jurídico do território é uma abstração, gerada e sustentada pela ação institucional no sentido de controle efetivo do estado territorial, portanto, um instrumento de separação entre unidades políticas soberanas, a fronteira é um lugar de comunicação e troca”

Corumbá (MS) nasce pelas beiradas

Os sete quilômetros que separam a cultura brasileira da boliviana são suficientes para impermeabilizar as trocas: tanto sabores e idiomas quanto ignorar os traços

O país ao lado: A Bolívia que desabrocha em costumes a poucos quilômetros do Brasil

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